Eu adoro a Nintendo. Não sou um “ista”, só sou um fã. Tive um Super Nes, e depois um Playstation. Sempre fui um daqueles jogadores “hardcore”, com um save de 100% em Final Fantasy 8 (o meu favorito), que levou umas 160 horas. Só que cresci, descobri novos interesses, ganhei novas responsabilidades. Sabe, não tenho mais como me dedicar (e nem paciência pra isso) tanto em um jogo. Eu canso. Hoje em dia só jogo no PC. Mas isso está a ponto de mudar.

Sabe o que significa esse meu pequeno relato pessoal? Marketing e uma fantástica administração de empresa.

Vou contar essa história de trás para frente. Infelizmente não tenho dados atualizados (os números atualizados das vendas saem em abril), mas usar os relatórios de venda do dia 7 de Janeiro.

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Titulo cretino para expor algo que eu já pensei e, em um momento ou em outro, todas as pessoas que já passaram por uma faculdade de comunicação já passaram: Ter a vontade de abrir uma empresa com os amigos. Então achei um post sobre isso no Web Worker Daily (Do you dare to work with friends/).

Já pensei muito nisso, principalmente quando as oportunidades e os convites vieram. E o que, segundo o WWD, devemos levar em conta como principais problemas em potencial?

Amigos podem não fazer o que você precisa que eles façam.
Amigos podem não saber o limite do que podem fazer, então eles acabam superestimando o seu valor.
Amigos podem tomar liberdades que estranhos não tomariam.
Amigos podem não trabalhar tão dedicadamente quanto estranhos.
Amigos podem não escutar.

Acho que os principais pontos são o terceiro e o quinto. E, se tivesse que escolher o mais importante, escolheira o quinto. Sabe por quê?

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E a ond Kidult dominou as mulheres, ou é só uma piada que lembra a infância delas?

Eu não sei, mas pra mim, essas “modas” do tipo Kidults são coisas, mais, de homem. Mulheres podem, até, gostar de juntar brinquedos, mas é porque elas acham bonito. Os brinquedos não fazem elas se sentirem com mais status, como acontece com os homens.

Se elas vestem uma camiseta da “Supergirl” é porque gostaram de como fica nelas (na verdade, porque acham que os outros vão gostar de como fica nelas), e não para ficar jogando lembranças na cara dos outros, nem ficar chamando risadas, como fazem os homens.

Não consigo imaginar Kidults rosa… Existem?

Veja o resto da campanha, clicando no link abaixo.

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Kidults, segundo a Wikipedia, são adultos de meia idade que gostam de ser parte da cultura jovem, fazendo e/ou comprando coisa que, geralmente, são mais adequadas à crianças.

As vezes tenho a impressão que, assim como abaixo dos vinte, o mundo parece estar dividido entre os Emo e os outros grupos, acima dos 20 anos o mundo está dividido entre quem é Kidult e quem não é.

E os Kidults que, antes tinham uma grande força na área do consumo, comprando brinquedos mais caros do que os brinquedos para crianças, têm ganhado mais força, ainda.

Uma das provas, são esses anúncios. Ele usa personagens de desenhos animados que, certamente, eram os que os Kidults assistiam quando eram crianças (e por isso, principalmente pela sua condição de kidult), têm uma ligação emocional bem forte (lembra que são adultos crianças?).

E, quando alguém tenta te vender carro, com anúncios direcionados para a “tua tribo”, é porque vocês têm uma força de consumo muito grande.

Veja os outros anúncios dessa campanha, clicando no link abaixo.

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O Princípio de Pareto é uma teoria da área da administração, mas que pode ser aplicada a tudo (assim como a teoria da moda, que é a memética, veio da biologia, e está sendo aplicada em várias áreas, principalmente na comunicação). O Princípio de Pareto (ou Lei de Pareto) diz que 20% dos clientes são responsáveis por 80% dos lucros. Só que isso não se aplica, apenas, a clientes e lucros, se aplica a tudo.

20% das pessoas fazem 80% do trabalho.
20% do trabalho consome 80% da energia.

O case que me apresentou essa lei, foi o seguinte: Uma empresa de marketing promocional foi contratada para ajudar no relacionamento do entre seu novo cliente e os velhos clientes do seu cliente.

Acontece que o orçamento não era tão grande e, mesmo se fosse uma “simples” mala-direta, os custos seriam altos, pois a lista de clientes possuia 5000 nomes. O que fazer para que tudo fique bem feito e atenda as necessidades de marketing do cliente?

Fazendo pesquisas, notou-se que, realmente, 20% dos clientes eram responsáveis por 80% dos lucros. Então, neles foi justifyo trabalho de relacionamento.

O que isso quer dizer? Que é necessário se concentrar em, apenas 20%, para conseguir as coisas? Não. O importante é se concentrar em garantir os 20%, o que vai acabar te custando 80% da energia. Depois tu gasta os 20% restantes para atingir os 80% que sobraram.

Claro que existem várias outras aplicações que, talvez, sejam bem mais complexas. Esse post é para introduzir esse conceito e, na medida que me aprofundar no estudo desse assunto (esse semestre tenho uma cadeira de administração e outra de marketing), vou deixando o blog atualizado.

E termino deixando um exercício para quem trabalha em agência: veja quais são os clientes que mais “encomendam” trabalhos. Veja em um mês, quantas vezes você teve que fazer um anúncio, ou um atendimento, e veja quais clientes foram. Pode até não ser que 20% dos clientes tenham pedido 80% dos trabalhos… Mas, depois de pesquisar tudo, pare e pense: Não foram os trabalhos de 20% dos clientes que tomaram 80% do seu tempo?

 

 

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Lendo os meus feeds, e buscando novas ferramentas (novas pra mim, porque conheci coisas que já existem há algum tempo… falo sobre elas depois), o assunto do momento é o Google Apps. O que é isso?

Sabe o Microsoft Office, com o Word, Power Point, etc? Igual, só que sem o Power Point. Ah, e diferente, de muitos modos… O primeiro é que é completamente online. Sim, como o Gmail, ele está, apenas, na internet, e você pode acessar de qualquer computador. O segundo é que a versão Premium deles custa 50 dólares por ano. O Office Live (que é a versão online do Office da Microsoft) custa 500 dólares. Bem, para ler mais sobre prós e contras, dê uma olhada nesse artigo da Wired.

Aqui não é um blog sobre internet ou tecnologia. Então, por que citar o Google Apps? Por causa do processo criativo. No artigo linkado da Wired, um dos prós é que o documento estará acessível 24/7 em qualquer lugar. E, como diz no primeiro contra, responda: colocar trabalhos de faculdade em um editor de textos online, tudo bem. Colocar o esboço de um pequeno conto, ótimo. Mas você colocaria as chamadas e o texto daquele anúncio importante? Ou a sua tese de mestrado que, possivelmente, virará um livro?

Como o Google vai vender isso? Acredito que a priemeira ação tenha sido dois acordos. “Diga-me com quem andas que te direi quem és!”. E, ao lançamento desse pacote premum, o Google anuncia que, quem vai andar com ele, são duas gigantes, a General Electric e Proctor and Gamble.

Eu não duvido da qualidade dos produtos Google. Mas eu aposto que as duas grandes empresas que estão embarcando com o Google nesse início não estão nessa pela qualidade do serviço. Estão por causa de um acordo comercial, que é a estratégia de venda do Google.

“Diga-me com quem andas que te direi quem és!”

 

 

A melhor campanha do verão. Dificilmente alguém faz melhor, a essa altura. Fora que já está na nossa cabeça, no nosso dia-a-dia.

Ninguém criou uma campanha tão simpática, ou duas, pra esse verão.

Os outros videos podem ter sido toscos e imbecis. Mas esse… Ahh, esse… Logo se tornou um clássico. E criou o bordão da estação: “Ahhh, o Verão”.

E milhares de imbecilidades foram desculpadas para você ter o que falar para os netos. Todas as idéias babacas viraram grandes histórias de sirigaitas ou aventuras. Porque, só o que não vale, é ficar sem ter nada para contar para os netos, ou pior… Ter que dizer que ficou jogando o dominó.

E foi por causa dessa propaganda, que nesse verão, muita gente se permitiu mais bobagens. Uma bobagem ou uma dúzia, não importa. O importante é que pagar mico virou troféu. E todo mundo foi um pouco mais feliz nesse verão.

Ahh, nesse verão.

 

 

 

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Esse é um anime para quem não gosta de animes, com a explicação de que são coisa de criança. Esqueça as lutas que duram dois anos e 600 episódios. Aqui tudo que você viu em Dragon Ball ou Cavaleiros do Zodíaco é esquecido. Se prepare para Filosofia, Folclore Japonês, Música, Psicologia e lendas Maias.

RahXephon é um anime que, em 26 episódios, conta a história de Ayato Kamina, um estudante de 17 anos que pensa que o mundo ao redor de Tókio não existe mais.

É que em 2012, o mundo foi atacado por fortalezas voadoras de uma raça chamada “Mulian”, que são iguais seres-humanos, só que possuem o sangue azul, e controlam os “Dolens”.

Dolens são robos gigantes, feitos de pedra, como os golens.

O que aconteceu, é que o mundo não acabou por causa desses ataques. Tóquio é que foi isolada do mundo. Envolta em uma barreira pan-dimensional, a cidade vive em outro tempo (literalmente), onde as horas, os dias e os meses transcorrem de maneira mais lenta, fazendo com que dentro da barreira, seja 2015, e fora da barreira, 2027.

E a história começa quando Ayato “desperta” o RahXephon, que é o seu robo gigante, e é “resgatado” por Haruka Shitow, indo para o mundo fora de Tóquio. E é nesse novo mundo que ele descobre, enfim, o seu lar.

É uma ótima série. Trata de preconceitos (os humanos “normais”, que são os que estavam fora de Tóquio, acham que os Mulians – que são os que estavam dentro deTóquio, e que tem o sangue azul – são inferiores. E são considerados monstros, aberrações e inimigos). Tem ação, romance, psicologia, filosofia, folclore, mistério… tudo contado de uma maneira complexa (as vezes confusa), acabando com qualquer desculpa que as “pessoas sérias” tenham para ter preconceito em relação aos animes. Assista.

 

 

 

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Adoro histórias em quadrinhos. Inclusive foi assim que aprendi a ler, com a primeira edição de uma revista chamada “Disneylândia”, que tinha histórias de vários personagens da Disney. Mas hoje leio mangá.

 

Isso seria completamente irrelevante, mas não é. Várias pessoas da mesma idade que eu (23 anos… Acho que sou da última turma que sabe o que é um LP do Trem da Alergria… Bem, na verdade, da última turma que sabe o que é um LP…). Várias pessosas cresceram lendo Turma da Mônica, Marvel, DC (o sucesso dos filmes do Homem-Aranha são prova disso). Portanto, quadrinhos são ótimas ferramentas de publicidade. E, na minha opinião, são bem mais eficientes (como anúncio), quando não têm diálogo. Como esses dois acima.

 

Anúncios de óculos escuros. Bons anúncios… Os óculos são muito feios, mas o anúncio foi feito na medida para os cafajestes… São simpáticos, escrachados e, graças a Deus, politicamente incorretos. Não são revolucionários, nem originais, mas têm o seu valor. Até tu ver o terceiro…

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Só eu achei completamente estúpido? Quer dizer que, se ele estiver de óculos escuros, a mulher ao lado não encherga que o retrovisor está mostrando os seios, os seios, as pernas, as pernas?

Devem ser óculos mágicos. E, como eu disse antes, para cafajestes! Afinal, com eles, a tua namorada não te vê “aprontando”, mas a guria que tu tá dando em cima, vê… E retribui!

Esse terceiro é tão boboca que estraga tudo. Agora, quando olho para os dois primeiros, me pergunto: “Que graça vi?”

 

 

 

 

A EMI resolveu vender, pela internet, MP3 sem proteção contra cópias. Se não me engano é assim que a Apple faz. Não sou daqueles que acha que tudo que a Apple faz é genial (mas quase)… Só que, até onde eu sei, quando se trata de música paga, a Apple foi a empresa que se deu melhor até hoje. E se deu muito bem… Qual é a dúvida que o sistema de antes não funcionava e o sistema da Apple funciona?

Fora que… Pôxa, eles são bobos, ingênuos ou burros? Que raios de proteção contra cópia funcionou, até hoje?

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