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Aqui nessa imagem não dá pra perceber, mas há pouco, quando estava vendo a entrevista percebi o quanto Gilberto Kassab (PFL), que é prefeito de São Paulo e o Presidente Charles Logan (24 Horas), são parecidos.

Não só por fisicamente, mas por serem bem tosquinhos, mesmo. Ele viu aquele monte de jornalista e quis fazer um “grau”, e fez aquela bobagem de expulsar o cara, daquele jeito. O que é isso? Se o cara incostasse nele, tinha tomado um pau da brigada…

Mas o mais parecido desses dois é que são dois ex vices, sem a menor expressão política, que fazem uma merda atrás da outra e, quando confrontados, dizem que é para o bem do povo.

Um agravante é que acham que as pessoas deveriam agradecer (ou pedir desculpas, no caso do prefeito).

Mas nesse embate para ver quem é o pior, Kassab ganha: ele é real.

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Amanhã termina o 24 Horas na Globo (eu não dormi, nem entrei em horário comercial, portanto, ainda é amanhã, independente do que o horário do post diga). O dia 5 (ou seja, a quinta temporada), me fez pensar que os americanos estão confusos, e muito. Explico o porquê.

Uma das primeiras coisas que aprendi quando iniciei o curso de publicidade, é que as pessoas gostam dos “produtos” (produtos em si, peças publicitárias, filmes, seriados, etc), porque elas se identificam. Sabe, elas se vêem, se projetam no “produto”.

Nos quatro primeiros dias do 24 Horas, era o governo americano lutando contra as “ameaças terroristas”, um sentimento que sempre existiu e foi reforçado pelo 11 de setembro. Mas nem é disso que estou falando, na verdade. Na minha opinião, a identificação dos americanos em relação ao 24 horas ocorria na “humanização” da violência.

O Jack Bauer era como uma desculpa do “Fazemos o que precisa ser feito”.

A história sempre foi contada de uma maneira que os bandidos sempre acabam parecendo sádicos, mesmo quando eles apresentavam uma justificativa tão legítima quanto a de Jack. A história era contada de uma maneira que fazia com que, mesmo os governos de outros países, caso não ajudassem os EUA e não cedecem as suas pressões, parececem bandidos. Independente do fato deles terem interesses e intenções tão legítimas quanto as de Jack e da UCT.

Mas o Jack era a desculpa. Ele torturava, matava e desrespeitava várias leis internacionais com uma argumento que americano nenhum rejeita: “Eles são malvados, minha obrigação é salvar vidas americanas!”

Nesse quinto dia, o principal inimigo era o presidente, independente dele ter sido manipulado ou não. O que acaba parecendo é que, se até metade da temporada, o Jack usou todos os recursos necessários e questionáveis, para terminar com uma ameça aos EUA, na segunda metade ele teve que lutar contra o seu próprio país. Antes ele não podia confiar em muitas pessoas na UCT. Agora, o país não pode confiar no seu tão cultuado presidente.

E se foi essa a mensagem passada no quinto dia, como explicar o seguinte:

Quanto maior a identificação, maior o apelo. Quanto maior o apelo, maior o público. Se houve uma identificação de uma luta entre um homem e seu governo, como explicar que o 24 horas teve a sua maior audiência nos EUA, justamente nessa temporada? A única coisa que me vêm a cabeça, é “confusão”.

E não sei se teve uma boa audiência aqui, pela Globo… Poucos anúncios… Mas isso está se tornando cada vez mais freqüênte na Globo…

Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

O site acima é uma prova de que, quando os políticos querem, eles fazem. Apesar do que muita gente pensa e diz, ser político não, necessariamente significa ser corrupto.

Veja só o “programa”  Transparência. Todos os gastos da Assembléia estão lá. Pagamento de funcionários, investimentos, diárias (algo amplamente discutido).

Tem também as informações de cada deputado, dos gabinetes, dos salários… É impressionante.  Mas a coisa que mais me impressionou é que existe um link que “leva” às sessões. Não é um simples resumo: é uma transcrição da seção!

Aproveite e use isso. Cuide do deputado em quem você votou. Veja o que ele fala, o quanto ele gasta. Fiscalize.

Tudo certo? Com esse post, começo a cumprir a minha obrigação, fazer a minha parte. Não sou jornalista, não sou cientísta político. Não me formei em Sociologia ou em qualquer outro curso que me credite e me dê confiabilidade instântanea. E não é isso que busco. A única coisa que busco é dar uma boa olhada em algumas pessoas.

Quem vou fiscalizar?

A primeira é a Manuela, a Deputada Federal mais votada do Rio Grande do Sul. Ela foi eleita com o meu voto, também, e por isso, ela é minha responsabilidade (e de quase outras 300 mil pessoas).

A segunda é a Governadora do estado do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. Eu não votei nela, mas por bem ou por mal, tenho que torcer para que ela faça um bom governo, pois sou diretamente afetado.

Antes que se tirem conclusões precipitadas, digo aqui que votei no Ex. Governador Germano Rigotto pois, ele pode não ter feito um governo fantástico, mas – aos meus olhos – ele só não fez porque não tinha condições favoráveis. Ele usou o seu mandato tentando arrumar a casa, reorganizar o estado e, assim como qualquer outro governo, teve coisas boas e ruins. Não vou usar esse espaço para defendê-lo e só citei isso como argumento na ajuda para sustentar o próximo parágrafo.

Um pouco do que “política” significa pra mim.

Não sou filiado a nenhum partido político. Não sou filiado a nenhuma instituição ou organização não governamental e não acredito no progressismo desenfreado, nem no socialismo igualitário. A humanidade nunca será próspera e igual. O poder corrompe, de uma maneira ou de outra: seja a tentação do dinheiro, ou seja o radicalismo que acredita que os fins justificam os meios. É próprio do ser humano buscar o que é melhor pra si, ou apaziguar suas culpas dizendo que existem males necessários. Mas o pior que se pode fazer, é deixar de lutar por esse mundo que não vai existir.

A proposta é fiscalizar, não é denunciar, nem especular. Eu posso fazer comentários, mas não pretendo lidar com denúncias: Quero falar de fatos. Se alguma denúncia for notíciada na imprensa, é claro que ela vira um fato e precisa ser comentada. Mas eu não pretendo desencavar nada (isso é papel para procuradores e jornalistas). Mas, sinceramente, torço para que não precise comentar nada desse tipo.

Pra terminar…

E é isso. Simples. E se alguém tiver um blog que fiscalize, ou que fale de política, entre em contato comigo e façamos uma parceiria. Eu não sou imparcial, por isso, quanto mais fontes me derem suporte, ou me contrariarem, melhor.

Abraços

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