apps.jpg

Lendo os meus feeds, e buscando novas ferramentas (novas pra mim, porque conheci coisas que já existem há algum tempo… falo sobre elas depois), o assunto do momento é o Google Apps. O que é isso?

Sabe o Microsoft Office, com o Word, Power Point, etc? Igual, só que sem o Power Point. Ah, e diferente, de muitos modos… O primeiro é que é completamente online. Sim, como o Gmail, ele está, apenas, na internet, e você pode acessar de qualquer computador. O segundo é que a versão Premium deles custa 50 dólares por ano. O Office Live (que é a versão online do Office da Microsoft) custa 500 dólares. Bem, para ler mais sobre prós e contras, dê uma olhada nesse artigo da Wired.

Aqui não é um blog sobre internet ou tecnologia. Então, por que citar o Google Apps? Por causa do processo criativo. No artigo linkado da Wired, um dos prós é que o documento estará acessível 24/7 em qualquer lugar. E, como diz no primeiro contra, responda: colocar trabalhos de faculdade em um editor de textos online, tudo bem. Colocar o esboço de um pequeno conto, ótimo. Mas você colocaria as chamadas e o texto daquele anúncio importante? Ou a sua tese de mestrado que, possivelmente, virará um livro?

Como o Google vai vender isso? Acredito que a priemeira ação tenha sido dois acordos. “Diga-me com quem andas que te direi quem és!”. E, ao lançamento desse pacote premum, o Google anuncia que, quem vai andar com ele, são duas gigantes, a General Electric e Proctor and Gamble.

Eu não duvido da qualidade dos produtos Google. Mas eu aposto que as duas grandes empresas que estão embarcando com o Google nesse início não estão nessa pela qualidade do serviço. Estão por causa de um acordo comercial, que é a estratégia de venda do Google.

“Diga-me com quem andas que te direi quem és!”

 

 

Anúncios