Tudo certo? Com esse post, começo a cumprir a minha obrigação, fazer a minha parte. Não sou jornalista, não sou cientísta político. Não me formei em Sociologia ou em qualquer outro curso que me credite e me dê confiabilidade instântanea. E não é isso que busco. A única coisa que busco é dar uma boa olhada em algumas pessoas.

Quem vou fiscalizar?

A primeira é a Manuela, a Deputada Federal mais votada do Rio Grande do Sul. Ela foi eleita com o meu voto, também, e por isso, ela é minha responsabilidade (e de quase outras 300 mil pessoas).

A segunda é a Governadora do estado do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. Eu não votei nela, mas por bem ou por mal, tenho que torcer para que ela faça um bom governo, pois sou diretamente afetado.

Antes que se tirem conclusões precipitadas, digo aqui que votei no Ex. Governador Germano Rigotto pois, ele pode não ter feito um governo fantástico, mas – aos meus olhos – ele só não fez porque não tinha condições favoráveis. Ele usou o seu mandato tentando arrumar a casa, reorganizar o estado e, assim como qualquer outro governo, teve coisas boas e ruins. Não vou usar esse espaço para defendê-lo e só citei isso como argumento na ajuda para sustentar o próximo parágrafo.

Um pouco do que “política” significa pra mim.

Não sou filiado a nenhum partido político. Não sou filiado a nenhuma instituição ou organização não governamental e não acredito no progressismo desenfreado, nem no socialismo igualitário. A humanidade nunca será próspera e igual. O poder corrompe, de uma maneira ou de outra: seja a tentação do dinheiro, ou seja o radicalismo que acredita que os fins justificam os meios. É próprio do ser humano buscar o que é melhor pra si, ou apaziguar suas culpas dizendo que existem males necessários. Mas o pior que se pode fazer, é deixar de lutar por esse mundo que não vai existir.

A proposta é fiscalizar, não é denunciar, nem especular. Eu posso fazer comentários, mas não pretendo lidar com denúncias: Quero falar de fatos. Se alguma denúncia for notíciada na imprensa, é claro que ela vira um fato e precisa ser comentada. Mas eu não pretendo desencavar nada (isso é papel para procuradores e jornalistas). Mas, sinceramente, torço para que não precise comentar nada desse tipo.

Pra terminar…

E é isso. Simples. E se alguém tiver um blog que fiscalize, ou que fale de política, entre em contato comigo e façamos uma parceiria. Eu não sou imparcial, por isso, quanto mais fontes me derem suporte, ou me contrariarem, melhor.

Abraços

Anúncios