Pois é… ficamos 2 meses sem atualizar. Por vários motivos… Um deles é a mudança de endereço! O nosso endereço agora é www.lucaspereira.com/blog.

Continue nos visitando lá! Abraços!

Achei muito interessante essa campanha dos marcadores. A idéia é ótima e a direção de arte é linda. Não precisa nem de comentários, ela fala muito bem sozinha.

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Alguém sabe se existe um caso do Faustão? Aquelas camisetas que ele está usando (e que não combinam com ele), no lugar daquelas camisas (que ele usava há alguns séculos), em conjunto com aquele novo cenário, mas limpo que aquela coisa terrível que ele usava antes, são uma tentativa de “rejuvenescer” o programa?

Cara, o Faustão com aquelas camisetas é algo muito bizarro. Alguém sabe que marca é aquilo?

E o Fábio comentou na última parte da análise sobre o Wii (clique aqui para ver o post)

Boa análise,

Mas você deixou se levar pelo amor outrora alimentado jogando nos consoles da Nintendo.
A Nintendo tinha tudo para ser líder, mas os “gênios” dela desperdiçaram muitas oportunidades.
Por que não lembrar do Nintendo 64, todos os consoles utilizando mídia CD, e ela teimando em lançar os falidos cartuchos. Resultado: lastima.
E o Virtual Boy (quem lembra?) veio com o mesmo conceito do Wii, barato e divertido. Resultado: ninguém lembra!
O GameCube, o Cubo. Mais uma vez a Nintendo não querendo seguir o mercado. Lança um tipo de mídia diferente do CD e do DVD usado no PS2. Resultado: Lixo.
A Nintendo vive hoje graças ao GameBoy e sua novas variações.
Fracassos e mais fracassos, essa é uma realidade de uma empresa que nasceu produzindo arroz instantâneo e quis arriscar a fazer vídeo game.

E eu concordo com algumas coisas que ele falou. Mas também tenho algumas opiniões contrárias. Vamos começar com o que eu concordo:

Eu, realmente, me deixei levar pelas ótimas lembranças que tenho do tempo do SNES. Foi uma ótima época, e eu jogo aqueles jogos até hoje. Também concordo (na verdade sei dos fatos que comprovam, pois isso não é questão de opinião, e sim de realidade), que o Game Boy, as variações e o DS.

Outra coisa que concordo é que a Nintendo deixou passar algumas oportunidades. O 64 e o Cubo foram tiros errados. Mas nem tanto.

Com o 64 veio com um controle novo, cuja principal característica era o stick analógico. Esse stick não criou só uma maneira mais fácil de jogar, ele complementou o jogo em ambiente 3D.

O Cubo serviu para mostrar que os jogadores queriam jogar de formas novas, como os tambores de Donkey Konga. E não estou falando do uso deles no jogo original, mas naquele outro jogo do DK, que eu não lembro o nome, onde, ao invés de seguir os “marcadores” musicais, tu usava os tambores no lugar do Joystick.

Quanto ao problema das mídias, eu digo o seguinte: Quando o 64 apareceu, a briga no mercado era pelos “bits”. Eles acharam que ganhariam porque:

1. No início, o concorrente mais temido era o Saturn, pois era da tradicional rival Sega.

2. O Playstation e o seu conceito era completamente novo. Depois do sucesso no NES e do SNES, a Nintendo apostou na força da sua marca.

Em ambos os casos, a estratégia da Nintendo na época do 64, foi a mesma da Sony com o Playstation 3, agora. O sistema mais poderoso ganha. Se a Nintendo apostou em uma mídia ultrapassada (cartuchos), o Playstation 3 continua apostando na mesma forma de jogar que existe desde Pong. O principal diferencial do console da Sony ainda não apareceu. E Gears of War, do 360, enche os olhos…

E um dos principais motivos de eu achar que o pessoal de Marketing da Nintendo é genial, é porque eles aprenderam com os erros da Nintendo. Viram que não adiantava brigar pra ver quem tem o videogame com os melhores gráficos ou com os maiores recursos. O 64 perdeu, o Dreamcast perdeu… O Master System! E agora foi tudo melhor.

Uma última coisa sobre o Wii: Em várias aulas e palestras eu ouvi que o consumidor atual busca duas coisas: sensualidade e sensorialidade. Existe videogame que use mais a sensorialidade do que o Wii?

Quero terminar agradecendo ao Fabio pelo comentário que gerou esse post e que ele, e todos mais, se sintam a vontade de complementar esse, outros posts e continuarmos a discutir esse caso que, no momento, é um dos meus favoritos.

Aproveitando a idéia do Web Worker Daily, vou postar os links do que andei lendo esse mês. Pra começar, um blog sobre publicidade, a Casa do Galo; Tem, também um blog que dá umas dicas de como ganhar dinheiro com blogs, o Problogger (em inglês). O penúltimo é MyBlogLogs, que é um “orkut” de blogs; e, pra finalizar, o Web Worker Daily, que é um blog muito interessante, que fala sobre como ganhar dinheiro com internet, além de outras coisas sobre o mundo digital.

Por enquanto é isso.

Abraços

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Tá. Eu concordo que um simples: “Não use drogas” não é muito criativo. Mas por que as pessoas acham que coisas “chocantes” surtem efeitos.

Nas aulas de Redação Publicitária, e em livros, aprendi que existem duas maneiras de se vender algo: pela razão ou pela emoção. Sinceramente: eles acham que conseguem vencer uma dependencia química, ou a curiosidade dela, com uma idéia emocional? Não é como combater fogo com fogo?

A melhor maneira de combater algo como drogas, que mexem com coisas emocionais (ou alguém começa a usar drogas por outro motivo?), não seria com uma argumentação lógica? “Não use drogas, porque elas fazem mal a você”, pra mim, ao menos, faz muito mais sentido (e é muito mais convincente) que o texto do anúncio acima: “Minha irmã sempre cuidou de mim. Mesmo depois que eu fiz dela uma viciada.”

Para ver outras peças da campanha, clique no link abaixo.

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E é com uma pergunta, a segunda pergunta, que entendemos o que a Nintendo fez já que ela não queria mudar, mas estava num mercado que já não a aceitava mais…

A segunda pergunta: como vender, se o que os consumidores querem tudo aquilo que tu não quer oferecer? Esses tais jogadores hardcore…
A segunda resposta: resgatando antigos e, atualmente, desligados consumidores. Esses tais jogadores casuais…

Não adianta brigar de frente e ver quem tem o videogame com os gráficos mais realistas ou a fonte que esquenta mais e mais rápido, como a Sony e a Microsoft tentaram fazer. Se a Nintendo entrasse nessa onda, só teria um videogame mais caro, porque o diferencial que contaria, realmente, seriam os jogos e essa vantagem, indiscutivelmente, é da Sony.

Então a Nintendo fez um videogame com jogos simples, inovadores e divertidos. Os jogos mais populares são os de ação: pegue uma arma e mate os inimigos. Controles tradicionais são horríveis pra isso. O que você acha de fazer mira apontando pra onde você quer atirar? O Wii tem! O que você acha de brincar de luta de espada (ou sabres de luz? hein?!), brandindo a espada e retalhando inimgos como você fazia com aquela espada de plástico e a sua imaginação, quando era pequeno? O Wii tem! Fora novos tipos de jogos. Quer ser um maestro, mexendo a batuta pra lá e pra cá? O Wii tem!

E aquele som 5.1, fantástico que vai te dar uma “total imersão” de áudio, no jogo? Tanto faz se o Wii tem… A questão, nesse caso é: você tem? E uma TV de Alta Definição? O Wii, depende apenas do Wii, para uma experiência “completa”.

A Nintendo não podia abandonar seus valores, mas também sabia que, sem fazer isso, jamais seria páreo para os jogos exclusivos do Playstation, ou, quem sabe, para o poderio econômico da Microsoft. Então, ao invés de mudar a sua filosofia, resolveu mudar a maneira como os videogames são jogados. Simples, não?

Com todo o respeito as outras empresas: simples sim, mas só para quem tem os gênios que a Nintendo tem.

E é por isso que, hoje a Nintendo é a líder da nova geração. Mas será que vai continuar assim, depois que vierem Metal Gear Solid 4, e Final Fantasy XIII para o Play 3? A maioria dos analístas tem medo de dizer. Nada indica que a Nintendo vá perder a liderança. Mas, depois de perder feio para os dois Playstations, e ficar em baixa por 12 anos, todo mundo continua admirando a Nintendo… Mas acreditar nela, é outra história… Todo mundo pode até torcer, mas se parar pra imaginar, poucos conseguem ver a Nintendo como líder…

Em compensação, na equipe de marketing da Nintendo… Eles vêem muito longe.

 

Comecei essa série de posts, contando a minha experiência pessoal em relação aos videogames… e não foi por nada. Assim como eu, vários jogadores que eram considerados “hardcore”, acabaram largando os videogames da mão, mas não deixando de jogar. Viramos jogadores casuais, e/ou descobrimos o jogo em rede que, na minha opinião, até agora são melhores no PC.

No meu caso, virei um jogador, essencialmente, multiplayer. Nao que goste, somente, de jogos em rede… o meu negócio é jogo com várias pessoas. Sempre gostei de Final Fantasy, Metal Gear e vários jogos menos conhecidos que me obrigavam a ficar de 60 a 100 horas jogando. Mas sabe como é… Eu cresci.

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O Google está querendo abraçar o mundo? O Google quer dominar o mundo? Serão os donos do Google, na verdade, Pink e Cérebro? Dando uma breve pausa na série de post que fala sobre a estratégia de marketing da Nintendo, sou obrigado a comentar uma discussão que tem acontecido no blog Casa do Galo, no post sobre a compra da empresa AdScape Media, pelo Google (clique aqui para ver o posto da Casa do Galo).

A discussão é sobre o Google estar indo com muita sede ao pote, comprando tudo que aparece pela frente, tentando atacar em todas as frentes e, sobre a sua capacidade para fazer isso. Daí vem a indagação sobre o Google estar dando passos maiores que as pernas. Na minha opinião, a resposta para essa pergunta é: não.

Acredito que cada aquisição do Google é bem estudada, não apenas por analistas que analisam o mercado que necessita ser analisado! :P Ou pelos movimentos do mercado, ou projeções de empresas de consultoria. Pôxa, o Google tem o maior e mais atualizado banco de dados (talvez o mais útil). É óbvio que eles tem acesso a filtros e tipos de monitoração que nós não temos. Assim, fica muito mais fácil pra eles, descobrir para onde o mercado está apontando e para onde vai apontar.

Ou seja: eles têm todas as ferramentas para saber onde estão pisando…

Fora que o Google sempre pareceu uma empresa que aprende com os erros. Com os erros dos outros e, principalmente, com os seus. Lembra que eles fizeram o burocrático “Google Video”? Pois é, ele surgiu depois do YouTube, que na época não era tão conhecido, mas já tinha (e continua tendo) um sistema infinitamente melhor, mais simpático e mais amigável do que aquela furada que o Google fez.

Imagine que o Google teve que gastar dinheiro e tempo na concepção, na produção e na implementação do Google Video. Depois, teve que gastar mais 1,6 bilhões de dólares para comprar o YouTube, que começou como uma brincadeira de amigos. Não é difícil tirar uma lição daí.

Então, ela deve ter analisado bem o mercado e as vontades das pessoas e dos desenvolvedores de jogos (e dos consumidores deles), e viu que comprando uma empresa que já tem uma certa experiência em um mercado pouco coberto, seria uma ótima possibilidade de expandir o seu popular programa de publicidade, o Google Adwords que, de tão bom, passou da alternativa dos blogueiros e sites pequenos, para a inserção em grandes portais, como o Terra, por exemplo.

Fora que, acredito eu, essa publicidade em games, será uma ótima maneira para desenvolvedores independentes que fazem ótimos jogos como o Savage, e o (também muito bom) RPG Online gratuíto SilkRoad, ganharem dinheiro mais facilmente, e continuarem produzindo ótimos games gratuitamente. Assim, as pessoas terão um acesso mais fácil à diversão. Quem se diverte é feliz. E quem é feliz, abre a mão mais facilmente. Assim, o Google continua enchendo o bolso, e compartilhando com os internautas, principalmente, os produtores de conteúdo.

Por isso não acredito que o Google esteja dando passos maiores que as pernas. Eles têm muitas ferramentas, e inteligência, que os ajudam a caminhar.

Mesmo com vários jogadores deixando de jogar, a indústria dos games vive um ótimo momento. Os jogos dão mais dinheiro que o cinema, vendendo bilhões de dólares. O problema da Nintendo é que ela não estava faturando tanto assim, e queria voltar a faturar tanto quanto na época do Nes e do SNES. O que ela fez? Analisou o cenário e viu que a melhor decisão, era ser covarde.

A primeira pergunta: como estava o mercado?
A primeira resposta: nada bem para a Nintendo.

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